Do tempo que só se quis viver
Pois, pois, primeiro, como passei o maior tempão sem postar? Tantas descobertas, tantos momentos perfeitos que não sairão da memória e deveriam estar aqui pra sempre...
Começando, descobri Vi(ni)cius de Moraes. Descobri assim... descobri que amo quase como meu Chiquito Buarque será amado em toda mi vida, que amo do mesmo jeitinho que amo João Gilberto e suas músicas de amor. E eu sou assim, descubro que amo e passo o ano todo escutando todo dia meus adoráveis amores. (amor, amor, amor, tô viciada também nesta palavra, e quero encontrá-la em todo lugar... no mar, no sol, nas nuvens-fofinhas-que-mais-parecem-algodão-nesta-época-de-sol-e-chuva, na lua cheia, na que tá enchendo e na que tá secando, nos meus fofuchos sobrinhos, nas nuvens rajadas com azul, no céu sem nuvens que chega a nos intimidar com sua infinitude, na comunicação-sorriso sincera e imediata que temos com qualquer criança (qualquer mesmo), na sinceridade e leveza dos amigos e amigas, num abraço, num beijo, numa saudade que ainda bate forte, no pai, na mãe, na vontade da família em sermos felizes (apesar de que isto em exagero chega a atrapalhar), nas incontáveis possibilidades que a vida nos dá. E eu amo pra caralho esta tal de vida! Ah! Descobri que adoro, adoro mesmo falar e escrever nomes feios, os mais escrotos, e já não luto mais contra isto. Estranho, né? Mas é engraçado e explicável - dois irmãos mais velhos. Adoro, adoro mesmo também escrever do jeito que falo, do jeito que vem e com todas as associações que uma mente é capaz de fazer (ou nem todas). E sabe? Não mexo, não bulo mesmo. Adoro também, mas que história é essa de adoro?! Eu amo! Então voltando... eu amo utilizar gírias antigas pra dedéu, como que pra mostrar minha idade, como que pra identificar as pessoinhas que viveram determinado minuto com a mesma idade que a minha. Como que pra saber como foi com estas queridinhas. Não que não goste de conviver com pessoas de outras idades, longe disso, a verdade é que valorizo pra caralho qualquer pessoa, é que adoro conhecimentos e vivências que não encontramos em livros. Contato faz bem pra mim, eu não resisto a uma conversa, e qualquer pessoa, criança ou adulta, culta ou "tola", sincera ou mentirosa, tem algo a nos ensinar. Sim! Voltando cinco linhas, não acho queridinha falso. Tá dito! Tudo depende do sorriso que se dá. Falando nisso, amo completar o sentido de minhas falas com um sorriso, e este é um de meus maiores calos na hora de escrever. É que acho breguinha estas carinhas sorrindo, aliás, acho mais que brega, acho por vezes falso... explicando, há pessoas que tacam uma carinha sorrindo e não sorriem no momento. Eu juro (e isto é sério) que sempre que lasco uma carinha sorrindo, minha carinha sorri (mas isto ficou breeega!). =) Então agora é assim. Sempre que estiver sorrindo de vera, sorrirei aqui. =)
Beijos pros queridos que eu amo! =) Estou de volta!
Detalhes nem tão pequenos (pra atualizar ou pra quem quer saber ou mesmo só pra constar aqui)
1- Nosso namoro acabou há quase cinco meses. Assim, acabou de uma forma que eu nunca aceitei ser capaz de acabar um namoro de um ano e meio de bons momentos entre duas pessoas que ainda se amam e que simplesmente não conseguiram (mas tentaram) segurar a peteca em um namoro com ingredientes um tanto complexos (mas não impossíveis de serem transformados em simples). Mas estamos bem. E somos amigos, amigos do peito. A parte mais perfeita foi a apredizagem mútua que arrancamos dos bons e dos maus momentos. Sei é que fizemos o nosso melhor e vivemos o que queríamos viver... então, nada de choro, nem vela. Se não soubemos como não errar, lindo, isto são coisas desta vidilha louca e apaixonante e serão usadas como pílula do amadurecimento, quem sabe assim um dia os lindinhos até se reencontrem, e de maneira ainda mais linda da que um dia já se reencontraram. Te amo, amigo Gabsinho! Tudo de bom pra nós! =) Beijos da Millimillimilli. =)
2- Dois dias depois apresentei minha mono! =) Que pra mim foi uma merda daquelas enormes, apesar do tema ser bom e da minha empolgação e possibilidade em falá-lo com certa autoridade (já tô até parecendo com aquela adêvogada que nunca serei). Resumindo, não fiz o tanto que queria fazer. Mas fiz, ora bolas! =)
3- Duas semanas depois, na maior merda que alguém poderia estar, encontrei no maior acaso do mundo (nem sabia que o cara tava morando aqui) a paixão mais platônica e mais prolongada que já tive. Digamos que seja uma boa maneira de lembrar dos meus 17 anos. =) Ele merece, acredite. Como pode uma pessoa ser tão boa assim? Ai, ai. Lindo, atencioso, gentil, gostoso (a moni que o diga), inteligente pra caralho, culto pra caralho, bem preparado pra caralho, simples pra caralho mais ainda, totalmente desprendido, maduro pra caralho. E caralho! Ele foi super-gentil (claro!) e ele pediu meu telefone!!! Uhu! Pois sim, pelas inconstâncias da vida, por enquanto, a historinha com o samurai mais que perfeito acaba aqui (só teve mais alguns detalhezinhos merrecas e insossos que verei se torno público ou não). Novamente, por enquanto só tem até aqui, por enquanto, sei disso, preciso saber disso! Eita que se este me decepciona eu tô é frita! Aliás, nós, pessoas deste mundo, estamos fritas. Mas agora sem exageros, ficaria feliz só em trocar algumas idéias com ele.
4- Uma semana depois colei grau. E apesar da decepção com meu curso no final da faculdade, acredite, foi emocionante. (e o samurai tava lá! e batemos fotinhas, os dois de beca, para a posteridade =D)
5- Dias depois fui pra viagem mais linda, mais intensa, mais interna, mais emocionante, mais encantada, mais acompanhada de fadinhas e anjinhos (carolzinha passou só o tempo necessário pra abrir o seminário das fadas e deixar toda a quantidade de boas energias que uma pessoa pode deixar pra uma amiga), mais sozinha, mais entupida de amigos distintos (e cada um, do seu modo, foi super importante pra minha vida, pro meu crescimento) dos quatro cantos deste mundão perfeito e chamativo. Puta que pariu da viagem perfeita! Ah! Importa o lugar, né? Uma semana em Salvador e uma em Morro de São Paulo. (esta merece mil posts!) O grito de guerra foi - "Só na Bahia!" Eita que só na Bahia mesmo!
6- Então... duas semanas depois um dos cariños que conheci em Salvador veio passar uma semana na minha cidadezinha! =) E foi bacana pra chuchu. Ele é um docinho de côco, daquelas pessoas que só em olharmos sabemos que são boas. E que seja pra sempre este bom amigo. E quanto mais o tempo passa mais percebo o quanto esta viagem e estas pessoinhas são importantes na minha vida. Ele tinha razão quando disse que só ficam os bons momentos. Um fofo. Sublinho nossas caipifrutas em Morro, as revelações de uma bêbada, o pôr-do-sol com acarajé, caminhada, fotos, cerveja e Maqui no Farol da Barra, os momentos que ficamos trocando músicas queridas (foi especialmente interessante quando ele pegou o último dos moicanos e eu soube que uma pessoinha de tão longe pode ter tido uma pré-adolescência com musiquinhas queridas e breguinhas iguaizinhas às suas), seus cuidados e atenção em meus momentos mazelas, quando ouvi a voz de seu irmãozinho-filhinho "com certeza", nosso passeio de barco e vários outros. =)
7- Mais duas semanas e eu adentrei na idade da indecisão!!! =) E neste exato dia minha bibinha-afilhada Ana Júlia nasceu. Ow bicha que já nasceu amando a titia-didinha! Gaiata, não? Mas tudo bem, com aquela pixotinha fofa eu divido meu dia.
8- Um mês depois fiquei com catapora. Puf... Ninguém merece... nem eu. Ow mazela.
Acho que é isso.
Comentários Recentes
amo tuas letrinhas.
am
adorei
eh pq assim tem q ser!
Muito linda essa homenagem p tua avó, brigad